sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Dobra número de idosos no oeste da Grande São Paulo


Total de pessoas com mais de 60 anos na região cresce de 85,4 mil para 178,3 mil entre 2000 e 2015. Público demanda cuidados específicos da medicina.

 

Entre 2000 e 2015, segundo dados da Fundação Seade, o grupo de pessoas com mais de 60 anos de idade no oeste da zona metropolitana de São Paulo passou de 5,6% para 10,1% do total da população. Em cada um dos municípios, a proporção exibe estas cifras: Barueri - 8,5%, Carapicuíba - 9,9%, Itapevi - 7,8%, Jandira - 8,3%, Osasco - 11,1% e Santana de Parnaíba - 9,6%.

 

No período, o grupo de pessoas daquela faixa etária cresceu de 85,4 mil para 178,3 mil indivíduos. “É um número semelhante ao total da população de cidades como Itu, São Caetano do Sul e até mesmo Itapevi”, simplifica a médica Luciana Dias Rodrigues Francisco, diretora da Transduson, centro de diagnósticos que possui unidades em Carapicuíba e Alphaville.

 

Conforme Dra. Luciana Rodrigues, este processo de envelhecimento estabeleceu na região um novo perfil de doenças associadas com a idade mais avançada. Ao discorrer sobre estes problemas de saúde, ela cita, principalmente, hipertensão, osteoporose, quedas, doenças na coluna, diabetes, problemas de coração e depressão. Diz a médica que os exames diagnósticos regulares são fundamentais para a prevenção e tratamento dessas doenças. “Os sintomas tendem a ser mais severos em pacientes com idade mais avançada, tendo em vista que o organismo se encontra mais fragilizado”, explica.

 


quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Transduson amplia exames com base na Química Seca

Tecnologia utilizada por poucos laboratórios no Brasil permite que o coeficiente de variação nos resultados deixe o tradicional patamar de 5% e chegue a menos de 2%

A Transduson introduziu uma nova tecnologia no oeste da Grande São Paulo para a realização de exames de Bioquímica, Sorologia e Hormônios. Com isso, a organização ampliou o número de exames realizados com base na Química Seca - método utilizado por poucos centros de diagnósticos no Brasil devido ao alto nível de sofisticação. O novo sistema proporciona maior precisão nos resultados ao apresentar um coeficiente de variação de menos de 2%, índice bem menor que os 5% observados no método tradicional, que utiliza a química líquida.

A nova tecnologia, que iniciou no último mês de abril, permite a realização de um amplo conjunto de diagnósticos pelo processo de Quimioluminescência (veja boxe). Agora, as amostras retiradas dos pacientes não são mais manuseadas de um equipamento para outro, pois todos os exames são realizados dentro de um mesmo tubo. Além disso, um sistema inteligente monitora, analisa e documenta as diversas etapas do exame, permitindo conhecer se houve alteração no resultado por interferentes como lipemia, hemólise e icterícia, dando mais confiabilidade na liberação do laudo.

Os equipamentos com base na Química Seca também diminuem em mais de três vezes as chances da necessidade de repetição de exames para confirmação diagnóstica. Além disso, possibilitam que os resultados sejam obtidos em menos da metade do tempo, garantindo maior agilidade. Por outro lado, a realização dos diagnósticos exige que se retire dos pacientes amostras bem menores, proporcionando menos estresse durante a coleta.

Os avanços em termos de precisão e rapidez estão relacionados com importantes novidades viabilizadas pelo novo sistema.  Uma delas: por serem mais estáveis, os equipamentos exigem apenas duas calibragens ao ano, enquanto que, no método convencional, este procedimento deve ser realizado diariamente. Outra inovação: por não utilizar líquidos, o sistema dispensa a necessidade de retirar os elementos que compõe a água em cada um dos exames, considerando cloro, potássio e outros, uma vez que podem influir no resultado. 




quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Transduson realiza palestra para profissionais da Johnson

A Transduson realizou uma palestra para cerca de 70 profissionais da Johnson que atuam na área técnica e no setor comercial da empresa em todo o Brasil. Durante o encontro, os executivos da Transduson mostraram como os equipamentos da Johnson estão contribuindo com o desenvolvimento da Medicina Diagnóstica Avançada no Oeste da Grande São Paulo. 

Na ocasião, o público demonstrou particular interessem pela Química Seca, método que a Transduson introduziu naquela área da zona metropolitana de São Paulo. O novo sistema, de elevado nível de sofisticação, proporciona maior precisão nos resultados ao apresentar um coeficiente de variação de menos de 2%. O índice é bem menor que os 5% observados no método tradicional, que utiliza a química líquida.

Muitos dos profissionais presentes residem em Alphaville, onde a Transduson possui unidade. Eles ficaram entusiasmados com a possibilidade de que suas famílias podem usufruir dos serviços, devido à proximidade.


A palestra aconteceu no último dia 9 de agosto, em São Paulo, na Johnson & Johnson Innovation Medical Institute.