quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Transduson renova Certificação ISO 9001 com vários avanços

A Transduson iniciou o ano de 2017 renovando a sua Certificação ISO 9001, que recebeu avanços significativos, de acordo com as últimas determinações da norma. Conforme uma das mudanças, um novo programa de Gerenciamento de Riscos se uniu a três diferentes programas de controle da qualidade mantidos pela instituição. Com isso, a Transduson reforçou o índice médio de acerto dos seus exames, que se encontra bem acima do patamar mínimo de 80% normalmente admitido no mercado de Medicina Diagnóstica.

Em função das alterações implantadas, a Transduson aprofundou o controle de qualidade nas etapas de planejamento, organização e administração dos recursos humanos e materiais. Ao mesmo tempo, a instituição aumentou a habilidade de adquirir, manter e disponibilizar conhecimentos durante o desenvolvimento da medicina diagnóstica avançada. Além disso, agora existe uma só gestão da qualidade nas áreas de consumo de energia, segurança no trabalho, saúde dos profissionais e cuidados com o meio ambiente, entre outros fatores.

Melhoria constante desde 2008

A Transduson implantou as normas ISO 9001 em 2008 e, de lá para cá, vem renovando a certificação a partir de inspeções sistemáticas realizadas por uma agência autorizada e que atua de modo independente. Na instituição, as normas estabelecem critérios que contribuem com a melhoria constante da satisfação dos pacientes, confiança dos médicos, padronização dos processos internos, capacitação dos colaboradores, conforto do ambiente de trabalho, comprometimento dos fornecedores e outros fatores.

Três programas de controle de qualidade

Internamente, o programa ISO 9001 é coordenado por um mesmo grupo de profissionais desde a implantação. Essa equipe é ainda encarregada de manter em atividade outros três programas de controle de qualidade, que funcionam de modo independente. Um deles verifica diariamente se os valores observados em todos os equipamentos se encontram dentro dos padrões pré-determinados. O segundo, desenvolvido em conjunto com os fabricantes de equipamentos, é executado todos os dias por meio de controles comercializados, que representam amostras biológicas. O terceiro, de caráter externo, fornece as amostras biológicas com valores já conhecidos para confirmação. Com tudo isso, a Transduson define as melhores ações de correção e prevenção, garantindo resultados precisos e confiáveis.


quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Transduson inaugura nova unidade em Jandira

A Transduson inaugurou em Jandira a sua terceira unidade no Oeste da Grande São Paulo, que dispõe de uma confortável área de atendimento, além de salas para coleta de sangue e Papanicolaou. A nova filial se localiza em uma das principais vias da cidade, na região central, onde se encontram os principais estabelecimentos do comércio e do mercado financeiro, incluindo o Jandira Plaza Shopping. O endereço é: Avenida Carmine Gragnano, 48, Centro.

A nova unidade oferece um ambiente confortável e acolhedor para os pacientes interessados em realizar mais de 2 mil exames nas áreas de Análises Clínicas e Citopatologia. O local dispõe de profissionais preparados para realizar os procedimentos de acordo com o modelo de medicina diagnóstica avançada desenvolvido pela instituição ao longo dos últimos 26 anos.

O endereço favorece de modo especial as pessoas que preferem se deslocar de auto. Isso porque a avenida onde se encontra a unidade compõe uma importante via que liga a cidade de Itapevi ao centro de Jandira, também servindo, mais adiante, as cidades de Barueri, Carapicuíba e Osasco - onde assume o nome de Avenida dos Autonomistas. O local é também servido por vários estacionamentos.


O acesso dos pacientes é também facilitado pelo fato de que a unidade fica a apenas 280 metros da estação Jandira, na Linha 08 da CPTM, que se liga à estação Barra Funda, na capital, após passar por cidades como Carapicuíba e Osasco. A Filial também se encontra a apenas 200 metros do Terminal Rodoviário de Jandira, para onde convergem 16 linhas de ônibus.

A Transduson Jandira funciona de segunda à sexta das 7 às 16 h e aos sábados das 7 às 11h.




 Aspecto interno da Unidade.




 Hilda Anjos, Coordenadora da Transduson Jandira



 Adriana de Carvalho, Técnica em Enfermagem da Transduson Jandira

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Cada caso de distensão muscular possui um exame recomendado

A decisão por Ultrassonografia ou Ressonância Magnética deve ser tomada a partir de situações específicas.

Normalmente, as pessoas sabem que a distensão muscular é muito comum em atletas de alto nível e naqueles que se exercitam poucas vezes por semana. O que em geral não se sabe é que esse tipo de lesão pode acontecer com qualquer pessoa em tarefas rotineiras. A distensão consiste no alongamento das fibras musculares para além do limite, a ponto de causar rompimento parcial ou completo. É como puxar uma mola até que ela perca a elasticidade e não mais volte à posição inicial. As rupturas mais graves chegam a provocar sangramento interno, seguido de hematoma.

A Ressonância Magnética e a Ultrassonografia são os exames de imagem mais indicados para o diagnóstico e acompanhamento da lesão. Em ambas as técnicas, o radiologista da Transduson identifica o músculo atingido, registra a sua localização e verifica o intervalo entre as fibras rompidas. O profissional também avalia o tamanho da lesão, observando a percentagem do músculo atingido e o volume do hematoma. São informações fundamentais para o médico decidir o tratamento mais adequado bem como estimar a data provável do restabelecimento do paciente.

Tanto a Ultrassonografia quanto a Ressonância Magnética da Transduson podem mostrar os contornos irregulares do músculo lesado. Mas ambas as técnicas devem ser aplicadas de acordo com situações específicas. Sabe-se que a Ressonância Magnética pode revelar uma visão mais ampla da distensão, concedendo dados mais precisos a respeito de sua extensão. Por isso, este exame em geral é indicado para esclarecer casos duvidosos e ainda para verificar lesões extensas ou mais graves. A ultrassonografia, por sua vez, normalmente tem a preferência durante a evolução do tratamento. 

Por outro lado, a Ressonância Magnética é também recomendada quando a distensão provoca ferimentos menos graves, sem ruptura de fibras. São casos em que os médicos preferem identificar como estiramento. Estas alterações, mais discretas, não causam sangramento e o consequente hematoma – o que produz pouca diferenciação e, assim, torna a avaliação mais complexa. Por isso, o maior número de dados obtidos pela Ressonância Magnética nesses episódios permite uma análise mais confiável. Tal como a distensão, o estiramento pode acometer qualquer músculo, mas normalmente atinge as regiões da coxa e panturrilha.

Hematomas

Nas distensões, os hematomas provocados pelo sangramento, em geral, se localizam no interior e ao redor do músculo. Além disso, não é raro que se apresentem entre um músculo e outro. Os hematomas mais volumosos tendem a causar mais dor e desconforto e podem exigir um período mais longo de recuperação. É por isso que comumente se vê atletas aplicando gelo logo após a suspeita de uma distensão muscular: o objetivo é estancar um possível sangramento interno.